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Daniela Beyruti não queria ser influenciada pelo pai, o apresentador Silvio Santos, na escolha de sua profissão. Mudou-se para os Estados Unidos para definir que carreira seguir. Voltou formada e pós-graduada em comunicação. Hoje, ocupa um alto cargo no SBT — é diretora da geradora — numa espécie de cursinho pré-sucessão. Em entrevista à revista Poder de julho, Daniela deu pistas de como será a rede depois que seu pai, a quem chama de “chefe”, passar a ela o comando do SBT.

Para a filha número três de Silvio, a emissora deve manter sua personalidade, que ela própria define como “brega”. “Enquanto tantos querem atingir o público A e o B, a nossa realidade é o C e o D. A gente é C e D naturalmente. Tem uma identificação natural com a massa”, disse aos repórteres Mauricio Stycer e Simone Galib. “Não adianta querer ser chique, que a gente vai ser brega”.

Daniela informou que a rede encomendou uma pesquisa perguntando: se cada emissora fosse uma festa, de que tipo seria? Para os entrevistados, a Globo seria uma festa glamourosa, chique, mas na qual as pessoas comuns não entrariam. Já o SBT, seria uma festa em que os convidados se sentem em casa, “com cerveja no copo de plástico e coxinha”.

Ela contou amar televisão, tanto de fazer quanto de assistir. Adora Luciana Gimenez, gosta do CQC, de novela — apesar de não ter paciência de acompanhá-las — e séries — Lost, Desperate Housewives, 24 Horas, Grey’s Anatomy.

Discorda do pai em pelo menos um ponto: sabe reconhecer a importância da comunicação. Entre outras responsabilidades, cabe a ela reestruturar a assessoria de imprensa do SBT, fechada por Silvio. “De uns tempos para cá houve muita crítica. Quando ficamos um tempo sem falar (com a imprensa), acabou sendo ruim. Deixamos que os ruídos ficassem mais altos do que aquilo que estava realmente acontecendo”.

Mas, em geral, Daniela mostra ter herdado as características do pai. “Sou ansiosa, como ele. Sabe aquelas mudanças que ele faz? Se eu não tomar cuidado, vou acabar fazendo igualzinho. Critico, mas vou fazer igual. Eu aposto muito num programa X... Acho que não vou ter a paciência de esperar um ano para ver o programa X acontecer. Acho que no mês que vem vou chegar e querer mudar.”

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Quando Evandro Santo aparece no Pânico na TV, muitos telespectadores param de zapear para assistir às piadas em série do ator. Mas pelo menos uma pessoa faz o contrário: o próprio Evandro. Ele muda de canal sempre que seus quadros — "Meda" e "Dô, não Dô" — entram no ar. "Bichinha chata este tal de Christian Pior", ironiza, em entrevista exclusiva ao Tevê Aberta.

Convocado por Emílio Surita para cobrir o casamento de Wanessa Camargo, em maio do ano passado, o mineiro de 32 anos teve apenas um dia para criar um personagem capaz de provocar risadas com críticas ao figurino dos convidados. Na noite seguinte, ao lado de Sabrina Sato, estreava como Christian Pior, um estilista "afetado que não entende nada de rico, pouco de moda e tudo de pobre".

A experiência de Evandro em telegramas animados apurou seu raciocínio rápido, o que garante um grande número de PPM — piadas por minuto — nas gravações. Várias expressões de Christian já viraram bordões, como "pára tudo e chama a Nasa", "ovulei" e "joga no Google". O ator não teme que o quadro "Meda" se desgaste, mas já prepara novos personagens. Saiba mais sobre Evandro Santo e Christian Pior lendo a entrevista abaixo.

Tevê Aberta — Vivendo o Christian Pior, você foi o destaque do Pânico em 2007. Qual balanço faz do ano passado?
Evandro Santo — Foi um ano de virada. Minha vida deu uma grande guinada, e veio de surpresa, sem eu esperar. Nunca corri atrás de TV, sempre do humor. E deu certo, esta postura. Antes de tudo, artista. Depois, talvez, quem sabe, celebridade.

O Pânico na TV é um programa com viés machista (vide a Mulher Samambaia e o quadro "Lingeries em perigo"), o que teoricamente dificultaria a aceitação de um personagem gay. A que atribui o sucesso do Christian Pior?
O Christian é um personagem gay, mas ele é da turma do fundão. Não é vitima ou chacota de hétero. Aliás, ele zoa os héteros, os gays, não fica acuado perante uma maioria hétero. Não é heterofóbico, porque adora mulheres lindas e o melhor: não tem medo de apanhar (risos).

O Christian Pior foi criado um dia antes da sua primeira gravação. Como conseguiu compôr o personagem tão rapidamente, partindo de uma encomenda específica (cobrir o casamento da Wanessa Camargo)?
Desespero, urgência e a perspectiva de entrar na TV e sair do aluguel (risos).

O quem tem do Evandro no Christian Pior? Conte um pouco sobre a escolha do nome do personagem, de suas características...
É uma sátira em cima do nome do [estilista francês] Christian Dior, da Maison Dior. O meu Christian é uma bichinha pobre, afetada, pernóstica que quer fazer parte das coisas que ele considera boas da vida. Não entende nada de rico, entende superficialmente de moda e entende tudo de pobre, porque ele é um. O que temos em comum é o senso de humor, a auto-ironia e a visão real da sociedade de consumo. Afe, que sério!

Como surgiram os bordões "Pára tudo e chama a Nasa", "ovulei" e "joga no Google"?
"Ovulei" veio da Janeyde, minha personagem Brega Queen. "Pára tudo e chama a Nasa", da Andrea, minha amiga. E "joga no Google" veio do nada, na pauta da Wanessa.

Teme que os quadros "Meda" e "Dô, não Dô" se desgastem?
Se desgastar? Não, principalmente o "Meda", que abrange todas as pautas, pois cobre eventos chiques, desfiles, pautas populares tipo Belém do Pará, Carnatal... Enfim, o "Meda" usa moda como uma desculpa para falar sobre tudo. Quanto ao "Dô, não Dô", que é uma ramificação do "Vô, não Vô", não sei, já que não é meu principal quadro.

Está preparando novidades para 2008? Pensa em interpretar novos personagens no programa?
Eles estão forno. Aguardem, hein. E com talheres de prata.

Nas edições, a impressão é que suas piadas surgem naturalmente — e numa seqüência impressionante. O que é improvisação e o que é roteiro?
Grande parte é improviso, depois vem a parte do editor, que saca as melhores piadas e coloca ritmo. Não se tem roteiro, se tem um briefing do evento.

Já aconteceu de ir gravar de mau humor? Nesse caso, de que maneira age para conseguir fazer o espectador rir?
Já, claro, muitas vezes. Mas ninguém percebe porque não tenho o direito de contaminar uma equipe. E, claro, já fiquei bravo quando algo não deu certo. Bom, e se você está de mau humor (risos), transforme o mau humor em humor negro, porque o povo vai rir do mesmo jeito.

As matérias do "Meda" normalmente são gravadas em ambientes em que reina a atitude blasé. De que maneira os entrevistados lidam com o seu tipo de piada — quase sempre detonadora? Alguns famosos criticam a abordagem do Pânico. Como recebe essa crítica?
O "Meda" vai a todos os lugares: 25 de março, Barretos, Carnatal, Oktoberfest, Belém e também faz pautas hype. Gente blasé geralmente é mais frágil, por isso faz tipo, então são mais fácéis de se detonar. Quanto a quem critica, paciência. Acho bom, porque a idéia não é agradar todo mundo. E, depois, hoje todo mundo tem o controle remoto, né?

No "Dô, não dô", você ocasionalmente toca partes íntimas dos entrevistados. Não fica constrangido? Já teve problemas durante alguma gravação?
(risos) Não, porque antes de chegar em alguém eu observo a atitude, a recepção... Sou a favor de que o zoado também ria, se divirta. A brincadeira real, gostosa, é sempre de mão-dupla, embora nem sempre seja possível. Quanto à vergonha, eu a deixei junto com o anonimato (risos).

No Pânico na TV, você trabalha com vários parceiros (Carioca, Sabrina e Dani Calabresa). Tem que adaptar o seu humor ao do outro? Qual é o seu parceiro preferido?
Tem que se adaptar, sim, porque humor é timing e cada um tem o seu. Sem dúvidas, prefiro o Carioca. Ele é um trabalhador sério do humor. Isso existe (risos)?

No fim do ano passado, dois integrantes trocaram o Pânico pelo Show do Tom. Qual é impacto dessas saídas na atração? Você já foi convidado para mudar de emissora? Aceitaria?
O impacto o tempo dirá, qual lado vai sair ganhando, espero que os dois. Trabalharemos o dobro e acharemos novos talentos. Mais gente empregada, isto é bom, gerar empregos. Duas emissoras entraram em contato. Eu disse não.

Outros atores costumam levar para o palco personagens bem-sucedidos na tevê. Pensa em incluir o Christian Pior num espetáculo? O que fará no teatro este ano?
Terei que incluir o Christian no "Absurto 2", o povo exige. E farei um viciado em academia. Ou um viciado em filmes de terror. Ou um viciado em anos 80. Enfim, um viciado (risos).

Além do Pânico na TV, quais programas da tevê aberta brasileira você gosta de assistir? E quais detesta?
Vejo desenhos animados e um monte de DVDs. Não vejo novelas. Não vejo Big Brother. E na hora do "Meda" mudo de canal... Bichinha chata este tal de Christian (risos)!



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terça-feira, janeiro 09, 2007

BBB7: Conheça o homem por trás do reality show

Daqui a poucos minutos, a Globo vai estrear a sétima edição do Big Brother Brasil. Os 16 participantes escolhidos já foram confinados numa casa construída na central de produções da emissora, o Projac. Todos têm que seguir uma regra: obedecer cada uma das ordens do diretor do reality show, J. B. de Oliveira, mais conhecido como Boninho. Em entrevista ao jornal O Globo, o homem por trás do BBB confirmou que pode influenciar o jogo, garantiu que escolhe os concorrentes pela beleza e afirmou que o objetivo da atração é apenas divertir. Leia a conversa de Boninho com a jornalista Simone Mousse abaixo e conheça mais sobre os bastidores do fenômeno de audiência Big Brother Brasil.

O GLOBO: Críticos condenam o “BBB” por só incluir pessoas bonitas e afirmam que o programa apenas estimula o voyeurismo, sem acrescentar nada. Como você responde a isso?
BONINHO:
Nosso objetivo é divertir as pessoas, nada mais. E todo mundo quer ver mulheres e homens bonitos na televisão. Ninguém quer ver só tribufu.

E quanto às críticas de que todas as edições são iguais?
BONINHO:
Estamos sempre buscando fórmulas para renovar. Na metade do “BBB”, já penso nas regras e provas do ano seguinte. Mas acredito que a maior renovação são os participantes. Cada edição teve uma trajetória. São grupos diferentes, e cada um rende uma história. As pessoas dizem: “Lá vem esse programa de novo, a mesma coisa de sempre”. Mas mesma coisa como? Nenhum foi igual ao outro. São 16 malucos que não se conhecem, cada um pensando de um jeito. E tem o lado do prêmio, ou de querer aparecer mais. Se bem que, quando a gente percebe que o cara quer só ser ator da novela das oito, ele nem entra na casa.

Por que você acha que o “BBB” virou fenômeno de audiência?
BONINHO:
Aqui dá certo pelo tipo de edição que a gente faz, que é diferente de tudo. Nos outros países, eles simplesmente mostram o que acontece. Nossa equipe bola vídeos, desenhos animados, clipes com piadas, vinhetas. Sempre procuramos o lado engraçado, nós não levamos os participantes a sério. Estamos a fim de brincar. Fazemos uma mistura da cultura que temos da dramaturgia, que aplicamos bem no programa, com o lado bem-humorado e escrachado do brasileiro. Tudo vira piada. Por isso concorremos ao Emmy.

Você consegue se divertir, apesar da exaustão?
BONINHO:
Ah, eu me divirto muito. Para mim, o programa não é experiência. O “BBB” não é um estudo psicológico de personalidades. É um jogo, e eu me divirto com ele. No ano retrasado, quando estava um marasmo no final, apagamos a luz do programa. Podemos fazer isso. Mandar eles acordarem, eles dormirem, eles fazerem alguma coisa. É brincar de Deus.

E até que ponto Deus dirige o programa e interfere nele?
BONINHO:
Há um limite, não podemos influenciar o relacionamento entre os participantes. Mas podemos influenciar a vida do grupo. O que posso fazer é falar: “Fiquei de mau humor e amanhã não haverá festa”. Eu decidi e ponto. Na hora que eu quero que todo mundo acorde, todo mundo acorda. Faz parte da regra. Toca uma música, e todos têm que acordar. Do contrário, há punição. O “Big Brother” pode tudo, eles não podem nada.

E é você quem decide tudo?
BONINHO:
O “Big Brother” decide tudo. Digamos que eu sou o primo dele. Somos muito chegados, decidimos juntos. O “Big Brother” é o programa, é a engrenagem, é muito mais do que uma pessoa. Eu sou o “Big Brother” na hora em que o personifico para decidir o funcionamento. Por acaso, a voz que eles ouvem no alto-falante é a minha, mas poderia ser a de qualquer um. Se eu e o “Big Brother” acharmos que está tudo parado, ligamos o som. Ou, de repente, resolvemos que todo mundo tem que ir para dentro da casa.

Essa decisão não é difícil? Ter uma vontade e pronto?
BONINHO:
Não é assim. É um olhar técnico sobre o que está acontecendo no jogo. São 16 malucos confinados, correndo atrás de um prêmio. Qualquer coisa ali é muito explosiva. O público reclama que tem muita bebida, mas damos pouca bebida aos candidatos. Às vezes, apenas um copo de cerveja na mão de alguém faz estrago, e esse cara enlouquece. Mas a idéia não é fazer o cara enlouquecer. Quando o cara exagera, passa mal, vomita ou tem um coma alcoólico, dá um trabalho enorme. A idéia é fazer com que o cara relaxe. Mas tudo é muito superlativado no “BBB”. Essa visão é que eu tenho que ter. Não é simplesmente ter vontade. É uma administração muito difícil.

Como ser um bom jogador?
BONINHO:
Não há como aprender a jogar. Os caras são jogadores que não sabem de nada. Na estréia, primeira prova será surpreendente. O jogo pode mudar num piscar de olhos. Eles são ingênuos, não entendem que o nosso controle sobre o jogo é maior do que imaginam. Eu posso mudar a regra, posso eliminar pela minha vontade. Qualquer coisa pode acontecer. Ninguém sabe qual será minha próxima jogada. Eu pago o que quiserem para que descubram alguém que imagine o que eu vou fazer. É um jogo de xadrez que os participantes não sabem jogar.

Mas alguns entram achando que sabem tudo.
BONINHO:
Eles só acham. A máquina da verdade dirá isso.

Eles saberão que serão submetidos a um detector de mentiras?
BONINHO:
Lógico que não! Isso é o legal. O cara fica chorando que o irmão tem um problema. E é mentira, vai ver que nem irmão ele tem.

Você tem fama de dar muita bronca. É verdade?
BONINHO:
Vou dar um exemplo claro do que não pode acontecer. No “BBB 5”, os meninos apostaram com Ana Maria Braga que conseguiriam botar um ovo com casca dentro de uma garrafa. É uma brincadeira de física, que usa vinagre e fogo. Então, de madrugada, eles pegaram algodão e uma garrafa de álcool, foram para um cantinho que tinha uma tonelada de madeira do cenário da TV Globo e queriam botar fogo para fazer a experiência. O “Big Brother” logo falou: “Acabou a brincadeira”. É esse tipo de intervenção que fazemos. Nessa hora, vira esporro. Quando há um exagero de bebida, é lógico que chamamos cara no confessionário e dizemos: “Ou você se controla ou está fora”. Não posso ter um maluco bêbado ali. Mas sou bem humorado , ao contrário do que falam.

Qual é o critério de escolha dos par ticipantes?
BONINHO:
Escolhemos tipos naturalmente com tendência ao exagero para alguma coisa. Os loucos dançam de primeira. Tem gente que diz: “Vou pular nu na piscina”. Vai pular nu na piscina da casa dele, não na minha! Este ano, quisemos ter pessoas um pouco mais velhas, subimos a faixa etária para 25 anos. E mulheres separadas com filhos tinham boas chances de entrar. Queríamos pessoas resolvidas, independentes, relaxadas em relação a namoros. Vamos criando alguns critérios. Mas não há estereótipos determinados.

Vocês estimulam os romances?
BONINHO:
As pessoas acham que armamos tudo. Não dá, como faríamos isso? Tenho 24 horas no ar no pay per view. Se eu comandasse os candidatos assim, eu seria um gênio, e eles, os melhores atores do mundo. E acho que eles contariam para alguém. Pega a Sabrina e pergunta se alguém a mandou namorar o Dhomini (participantes do “BBB 3”).

E neste vai ter baixaria?
BONINHO:
Pelo time que escolhemos, acho que vai ter, e muita! Mas não temos a menor vontade de mostrar cenas de sexo. E eu duvido que alguém faça. O brasileiro é careta. Pode rolar uma pegação um pouco maior, mas não sexo. As pessoas seguram a onda. Na Europa, eles tomam banho nus, transam mesmo. Se acontecer aqui, não vou mostrar na Globo, mas as pessoas vão ver no pay per view. Não posso proibir isso. Imagina o primeiro filho gerado no “Big Brother”!

Você participaria do “BBB”?
BONINHO:
Nunca! Não sou maluco.

Você pode nunca ter ouvido falar no nome Cao Hamburguer, mas com certeza conheça seu trabalho. Ele é responsável por alguns dos programas infantis mais bem-sucedidos da tevê aberta brasileira. Criou e dirigiu a série Castelo Rá-Tim-Bum (Cultura) e, hoje, faz a adaptação de O Menino Maluquinho (TVE). Ainda lançou o filme adulto O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, em cartaz em cinemas brasileiros.

Em conversa com o Tevê Aberta, durante um chat do Uol, Cao avaliou a atual programação dedicada às crianças. "Acho que é um lixo, porque lixo é mais barato e fácil de fazer", criticou, com conhecimento de causa. Para ele, a única exceção é o Sítio do Pica Pau Amarelo (Globo). "O resto é uma mistura de preguiça e burrice, porque está provado que programas inteligentes para crianças dão dinheiro", detonou.

O diretor contou que já tem um novo projeto de programa infantil, mas preferiu não dar detalhes sobre a produção. Só deixou claro que pretende oferecer a atração para as grandes redes, e não para os canais educativos. "Temos que convencê-las a veicular produções de boa qualidade", disse. "Um dia a gente chega lá".