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Afastada das novelas desde 2004, quando participou de Celebridade, Malu Mader voltará ao ar em Eterna Magia, novo título provisório da próxima novela das 18h da Globo. A atriz será a protagonista da trama, no papel de uma pianista famosa, elegante, caprichosa e egoísta.Marcadores: Notícia, Novela 0 comentários
A novela mexicana Maria Mercedes (foto ao lado), que tornou a atriz e cantora Thalia famosa no Brasil, ganhará uma versão brasileira em março. O SBT já dá como certa a produção, que terá Bárbara Paz como protagonista. A emissora de Sílvio Santos ainda estuda a possibilidade de adaptar também Marimar e Maria do Bairro, completando a trilogia de tramas sobre a vida da jovem e pobre Maria.Com informações do colunista Daniel Castro (Folha de S. Paulo)
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As negociações entre Daniela Cicarelli e a Record fracassaram, mas a principal rival da apresentadora, a modelo Caroline Bittencourt, conseguiu emplacar um projeto na emissora. Ela e o namorado, o empresário Álvaro Garnero, assinaram contrato com o canal de tevê. O casal gravará matérias durante viajens internacionais para um quadro do Domingo Espetacular. O formato é semelhante ao do programa que ambos comandavam na RedeTV, o Top Report.Marcadores: Jornalismo, Notícia 5 comentários
O escritor de novelas Aguinaldo Silva, autor de sucessos como Senhora do Destino e Roque Santeiro, promete abrir a caixa-preta da tevê em seu novo romance, 98 Tiros de Audiência (Geração Editorial). Em entrevista à repórter Laura Mattos (Folha de São Paulo), reproduzida abaixo na íntegra, Aguinaldo fala sobre o livro, os bastidores da televisão, a imprensa e até os blogs."O Brasil está em choque. A estrela da novela das oito da maior rede de TV do país foi morta com um tiro que atravessou o silicone de seu peito. Na lista de suspeitos, boa parte do elenco, o autor e o diretor do canal. Viciada em álcool e cocaína, a musa quase cinqüentona vivia envolvida em escândalos e colecionava desafetos.
Na emissora, o clima era de festa. Aproveitaram para matar sua personagem, criar um "quem matou?" e elevar a audiência da então fracassada novela a um patamar histórico.
Essa é a trama de "98 Tiros de Audiência", novo romance policial do novelista da Globo Aguinaldo Silva, 62, baseado em fatos e personagens reais da televisão. Em entrevista exclusiva à Folha ele não deixa dúvidas: "Minha intenção foi realmente abrir a caixa-preta da TV." Autor de novelas como "Roque Santeiro", "Tieta" e "Senhora do Destino", Silva transporta ao livro sua vivência de quase três décadas na Globo.
"98 Tiros" (Geração Editorial, 340 págs) é seu 14º romance, e Silva anuncia que irá se dedicar exclusivamente à literatura a partir de 2010, quando termina seu contrato com a Globo. Leia a seguir algumas de suas apimentadas revelações.
FOLHA - O livro tem quanto da sua experiência de três décadas na TV?
AGUINALDO SILVA - Quase tudo vem de histórias que vivi ou ouvi, só que não são contadas necessariamente como aconteceram. Acrescentei a essas histórias os temperos da ficção. E algumas vezes misturei duas histórias em uma ou alterei algo de algumas delas. Embora seja um livro baseado em fatos reais, é 100% um livro de ficção. Ainda não é o meu livro de memórias.
FOLHA - O leitor então, paralelamente ao romance policial, encontra a realidade dos bastidores da TV.
SILVA - Exatamente. A minha intenção foi realmente abrir a chamada caixa-preta. Existe um interesse muito grande em relação a esse universo, que é muito fechado e mitificado. Os personagens envolvidos com o universo da TV são tratados como deuses, e quis desmitificar isso, mostrar que somos seres humanos, que temos paixões, ódios. É um ambiente de grandezas e misérias como qualquer outro. Além disso, eu, que não sou um sociólogo, mas um ficcionista, tive a intenção, que pode parecer pretensiosa, de mostrar como funciona esse universo que ocupa tanto a intenção das pessoas. Queria que daqui a 20 anos, quando alguém quisesse saber como era a televisão brasileira naquela época, pudesse ler esse livro.
FOLHA - O sr. quer dizer que quis dar ao livro um traço sociológico?
SILVA - Embora eu não seja sociólogo, ele tem sim esse traço. Não quis escrever um livro que causasse escândalo, mas algo que fosse muito além disso.
FOLHA - Mas o lado das fofocas é saboroso. É real a história da estrela da novela que errou 37 vezes sua fala na gravação só para prejudicar o ator que contracenava com ela?
SILVA - Sim. Não presenciei, mas ouvi os relatos. E o ator, como no livro, perdeu a paciência e bateu com a cabeça na parede. Não vou dizer quem foi, claro.
FOLHA - Nem quando aconteceu?
SILVA - Isso foi... deixa eu ver... acho que foi na época de uma novela chamada "Água Viva" [risos]. [Globo, 1980, escrita por Gilberto Braga e Manoel Carlos, com Betty Faria, Tônia Carrero e Beatriz Segall].
FOLHA - A emissora na qual tudo se passa ia ser chamada de Rede, mas mudou para Network [rede, em inglês]. Foi para distanciar da Globo?
SILVA - É, minha intenção foi essa. Não quero em nenhum momento que pensem que isso é um ajuste de contas meu com o veículo ou com a emissora na qual trabalho. Mesmo porque estou muito bem na emissora e feliz por trabalhar no veículo. Por isso mudei o nome. A Network na verdade é uma somatória de todas as redes.
FOLHA - O livro fala que a Network é a principal rede, que a audiência é muito maior do que a das outras, que na quarta-feira o futebol deixa o capítulo da novela menor. Parece bem claro que fala da Globo.
SILVA - [risos] É, mas o que eu não queria era que passasse que é um ajuste de contas. Não é um ataque à Globo como instituição. São histórias que podem ocorrer em qualquer emissora.
FOLHA - Mas a sua vivência é lá.
SILVA - É lá, claro.
FOLHA - O sr. já declarou que Aurora Constanti, a protagonista do livro, é uma mistura de três atrizes.
SILVA - Isso. Mas tem também traços de outras atrizes. Essa história da cena que ela repete 37 vezes aconteceu com uma atriz bem mais idosa do que ela [Aurora tem pouco menos de 50 anos]. Na verdade, a Aurora é uma síntese de todas as deusas que povoam esse universo.
FOLHA - Meu chute para as três que inspiram Aurora: Vera Fischer, Suzana Vieira e Regina Duarte.
SILVA - [risos] Olha, eu adoro essas três, já trabalhei com elas e não consigo ver nenhuma delas na pela da minha diva.
FOLHA - O diretor artístico todo-poderoso da Network, Mister Zee, tem algo de Daniel Filho?
SILVA - Na verdade, ele tem muito dos grande pioneiros da TV brasileira, mas também algo dos grandes produtores do cinema americano, que têm um poder, uma competência e uma voracidade enormes. No Mister Zee eu transcendi um pouco o universo da TV, porque tenho um fascínio por essas criaturas.
FOLHA - As reuniões da direção da emissora são no livro tensas, com um jogando a culpa no outro pelos problemas da novela. Isso é real?
SILVA - Não é mais. Houve uma fase em que era assim, bem personalista. É meio terrível dizer isso, mas acho que hoje as reuniões perderam a graça. Tudo é com hora marcada, objetivo, ninguém sai do tom. Gostava mais de antigamente, quando todo mundo se descabelava, passava mal e você nunca sabia se ia sair vivo. Era mais emocionante [risos].
FOLHA - O livro deixa muito claro que por trás da maioria das figuras da televisão existe uma carência e insegurança muito grandes.
SILVA - Não queria que os leitores pensassem que nesse ambiente só há monstro, mas o contrário, queria mostrar que todos são seres humanos, com a mesma carência dos outros, agravada por lidar com a emoção, o que é muito forte e fragiliza esses profissionais. A emoção escapa, deixa sem chão.
FOLHA - O sr. fala de pessoas que eram pobres, simples e que, através da televisão, atingiram um poder enorme, o que as deixa perturbadas. Conhece muitas histórias assim?
SILVA - Isso é mesmo muito comum. Tem outra coisa: atores que trabalham nas novelas do Gilberto Braga ["Vale Tudo", "Celebridade"], por exemplo, são obrigados a aparentar em cena um refinamento que às vezes eles não têm. Isso é bastante esquizofrênico.
FOLHA - O livro trata da imprensa com uma boa dose de veneno...
SILVA - Sempre digo que não sou novelista, estou novelista. O que sou realmente é jornalista. Leio três jornais por dia de cabo a rabo. E como fui jornalista durante 18 anos, eu me dou o direito de ter uma postura crítica em relação ao jornalismo especializado em TV. Ao mesmo tempo que o nosso trabalho na televisão é visto com uma certa condescendência pela parte da imprensa encarregada de cobrir esse setor, a televisão é no fundo considerada por quem cobre o tema como uma coisa menor. O tema é ao mesmo tempo muito importante e muito desdenhado. Os editores sabem que precisam falar de TV, mas não a vê como assunto sério. Assunto sério é o cinema iraniano [risos]. Aliás, agora é o vietnamita [risos].
FOLHA - Um dos personagens chega a dizer que quem matou Aurora foi a mídia, de tanto explorar sua vida pessoal. Em sua opinião, a mídia é cruel com as celebridades?
SILVA - Tenho visto casos que me deixam chocados. Eu me lembro que durante anos houve uma campanha terrível da mídia contra um cidadão chamado Oswaldo Montenegro, que é um compositor mediano como vários outros do Brasil. Mas de repente ele foi escolhido para ser o exemplo do que havia de mais chato, de mais careta, e era injustificado porque ele fazia shows que eram sucesso. Mas toda hora se lia notas pejorativas e negativas. Algumas pessoas são escolhidas para vítima. "Vamos sacanear o fulano". Mas o mais grave é que esse noticiário especializado em TV ele tem uma tendência a nivelar tudo, nada é profundo, é sério, tudo tem que ser fatiado. Isso acontece muito com celebridades que fogem do padrão, como Aurora fugia. Elas começam a ser fatiadas, desconstruídas, para chegar num nível que seja digerível para o público.
FOLHA - O sr. disse que Suzana Vieira não inspirou Aurora, mas à época de "Senhora do Destino", muitas notas de jornais e sites diziam que ela dava problemas nos bastidores, tinha chiliques, e o sr. me afirmou que ela estava sendo vítima de um jornalismo equivocado.SILVA - Depois que passou, percebi o que aconteceu. A Suzana é uma profissional rigorosíssima. Como era protagonista, chegava ao estúdio com 30 cenas para gravar e as falas decoradas. Ia gravar com um ator que só tinha aquela cena e não tinha decorado as falas. Tinha um ataque e estava certíssima.
FOLHA - No livro, o sr. questiona a qualidade do jornalismo dos blogs.
SILVA - Você precisa colocar sempre alguma coisa no blog e nem sempre tem o que pôr. Isso ficou muito claro para mim nessa crise do mensalão. Acompanhei todos os blogs e sentia a necessidade de manter o internauta preso com novidades postadas. Mas que novidades?
FOLHA - O sr. menciona que celebridades se sentem eternas ao ver seu rosto numa capa de revista.
SILVA - Isso se dá com as pessoas que não são verdadeiramente profissionais. Se você é um grande ator, sabe que sempre haverá personagens para você. Mas se é só uma celebridade, nada garante que o será daqui a cinco anos. E essas é que caem na armadilha das revistas.
FOLHA - Everardo Lopez, o autor do livro, chega a ter uma ereção quando sua novela atinge 98 pontos de audiência. Isso ocorreu com "Roque Santeiro" [1985], de sua autoria. O que há do sr. nesse novelista?
SILVA - Pensei em disfarçar, dizer que não era eu, mas pensei melhor e decidi assumir: o Everardo sou eu e não abro mão disso [risos]. A ereção é um símbolo do senso do poder que aquilo transmite ao autor. Tenho a impressão que com autores que mal saíram da adolescência, isso deve até acontecer. Comigo não aconteceu [risos].
FOLHA - Como foi essa época?SILVA - Foi mágica. "Roque Santeiro" não era exatamente minha, mas de Dias Gomes [1922-99]. Ele me escolheu para escrever e foi um sucesso. Fiquei fora de mim. Eu me lembro que morava numa casa em São Conrado e ia para a janela na hora do intervalo até esperar o "plim plim" do novo bloco, e o som vinha da cidade inteira. Era incrível. Isso te dá uma sensação de poder. Se não tiver os pés no chão, enlouquece.
FOLHA - Após 20 anos, em "Senhora do Destino", o sr. também saboreou recordes. Foi diferente?
SILVA - Houve ameaças de aquilo subir à minha cabeça, mas hoje sei que a novela acaba quando acaba. A coisa mais importante para a televisão é a novela que está no ar. Isso me ajuda a não sair da realidade.
FOLHA - No livro, o ibope cai de 98 para 42 no dia seguinte, e o autor cai em depressão. Já passou por isso?
SILVA - Passei um pouco em "Suave Veneno" [1999], quando tive de enfrentar o Ratinho no auge. Não é que ele tenha ganho alguma vez, mas você se sente vencido porque a audiência na Globo não admite nem a proximidade com as concorrentes. Mas "Suave Veneno", mesmo sem ser um sucesso, tinha 25 milhões de telespectadores. É maluco você se sentir um fracasso porque "só" tem 25 milhões vendo sua novela.
FOLHA - Sua relação com Dias Gomes teve um atrito, como com o novelista do livro e seu mentor?
SILVA - A nossa relação durante alguns anos foi muito traumática, não por nossa culpa, mas em razão de a mídia ter transformado nossa desavença em uma fofoca que não acabava nunca. Em "Roque Santeiro", escrevi dois terços dos capítulos e ele resolveu que escreveria o final da novela. Ele quis pegar o filho de volta, e eu já achava que o filho era meu. Não nos falamos durante dez anos. Até que numa reunião de autores, sobramos só eu e ele no balcão do cafezinho. Ele virou para mim e perguntou: "Você toma com açúcar ou adoçante?" [risos]. Passamos uma esponja em tudo, foi maravilhoso porque isso me incomodava muito.
FOLHA - Outro veneno destilado no livro é jogado contra apresentadores de telejornal "que não conseguem nem redigir 'Ivo viu a uva'".
SILVA - [risos] Existe essa discussão, que é muito boa, sobre pessoas que aparecem na televisão lendo notícias não redigidas por elas. São jornalistas? Acho que são artistas, não?"
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Apresentação da finalista Daniele Suzuki
Todos os casais foram avaliados pela atriz Maria Clara Gueiros, o modelo Paulo Zulu, o diretor Ulisses Cruz e os técnicos Bia e Osmar. Entre eles, uma unanimidade: o funk não combinou com a patinação (acrescentamos: tampouco as "interpretações" da banda Domingão), o que prejudicou as apresentações.
No próximo domingo, os outros três concorrentes — Iran Malfitano, André Gonçalves e Cláudia Ohana — disputarão a segunda vaga na final, patinando ao som de músicas de rodeio.
:: Confira as pontuações dos casais neste domingo
(jurados + público + espectadores)
1 - Daniele Suzuki e Luiz Cláudio: 9 + 9,2 + 9,6 = 27,8
2 - Iran Malfitano e Stephanie Gardner: 9,2 + 9 + 9,2 = 27,4
3 - André Gonçalves e Marise Momnier: 8,2 + 9,1 + 9,4 = 26,7
4 - Cláudia Ohana e Fernando Farias: 8 + 8,8 + 8,8 = 25,6
Iran Malfitano se destaca, mas não consegue a 1ª vaga na final
André Gonçalves patina no gelo ao som de funk
Cláudia Ohana se apresenta na pista de patinação
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As perguntas e respostas continuaram basicamente as mesmas, mas o debate entre os presidenciáveis promovido há pouco pela Globo conseguiu dois feitos inéditos nesta campanha: deixar Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin a centímetros de distância e levar para a tevê situações do dia-a-dia da população.
Histórias como a da filha que se preocupa com o fornecimento de remédios aos pais e da mulher que, apesar de notar a queda na taxa de desemprego, sofre com a falta de oportunidades de trabalho para o irmão quebraram a atmosfera tradicionalmente gélida deste tipo de encontro.
A idéia de permitir a participação de eleitores indecisos — copiada do modelo americano de debate e já testada em confronto anterior da emissora — poderia render mais se não houvesse tamanhas restrições. As cerca de 400 perguntas formuladas pelos 80 selecionados tiveram que ser aprovadas pela produção (atitude correta), que definiu as 12 "melhores" sem explicar os critérios (atitude questionável).
Lula fala sobre saneamento e inundações
O cenário em formato de arena — outra característica importada dos Estados Unidos — também mexeu com a dinâmica do encontro, para o bem e para o mal. Se por um lado permitiu que os candidatos se encarassem (movimentação muito explorada por Lula e pouco por Alckmin), por outro deve ter obrigado as pessoas com labirintite a desligar o televisor.
Os presidenciáveis se moveram durante todo o tempo, fazendo com que o debate parecesse estar sendo transmitido direto de um navio. E a tão elogiada qualidade técnica da Globo só destacou o problema, com captação e edição de imagens que não passariam no extinto (?) controle de qualidade da emissora.
Mais um problema: o petista e o tucano não respeitaram a regra do confronto, que estabelecia que, após um deles responder uma pergunta feita por um eleitor, o outro deveria questioná-lo sobre o mesmo tema em 40 segundos. Ambos usaram o período para comentar a fala do adversário e sequer foram advertidos pelo mediador, William Bonner.
Agora resta descobrir se os 80 eleitores indecisos conseguiram definir os seus votos a partir do debate na Globo.
O petista trata da questão do desemprego
Alckmin fala sobre meio-ambiente
Lula comenta o problema da segurança
Considerações finais dos candidatos
Com o debate na Globo, o Tevê Aberta encerra sua cobertura da campanha eleitoral na tevê, iniciada com vídeos (8) das entrevistas dos quatro principais presidenciáveis ao Jornal Nacional. No 1º turno, postamos ainda imagens dos debates na Band (4) e na Globo (6); das sabatinas no Jornal da Globo (6), no Bom Dia Brasil (2) e no Jornal da Record (8). No 2º turno, disponibilizamos os vídeos de entrevista ao Jornal da Record (1); dos debates na Band (6), no SBT (7), na Record (6) e na Globo (6). E ainda publicamos notícias e análises de grande parte dos eventos citados. Ou seja, foram 54 vídeos (postados com muita rapidez, às vezes antes mesmo do fim da atração) que esperamos que tenham ajudado os leitores/eleitores (no Brasil ou fora dele) a definir os seus votos. Agradecemos a todos pelas visitas e continuem voltando e divulgando o Tevê Aberta!
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Depois de muitos adiamentos, a Record marcou a estréia da novela Vidas Opostas, de Marcílio Moraes, para 21 de novembro. A data pode mudar novamente, já que as gravações estão atrasadas. Os protagonistas da trama só foram escolhidos este mês, por meio de teste. Maytê Piragibe, que interpretará a mocinha Joana, sequer iniciou sua participação — ela integra o elenco de Cidadão Brasileiro, ainda no ar.Vidas Opostas contará a história de amor de Joana, uma estudante de literatura que mora numa favela carioca, e Miguel, um jovem da elite com dom para a matemática vivido pelo ainda desconhecido Léo Rosa (foto acima, num intervalo das gravações). Como normalmente acontece nas novelas, os dois serão impedidos de ficar juntos. Um antigo namorado da mocinha, o traficante Jefferson, sairá da cadeira e forçará a ex a retomar o romance.
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A dois dias da eleição, a Globo promoverá o último debate entre os candidatos à presidência da República, logo depois da novela Páginas da Vida — por volta das 22h15m. Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin já confirmaram presença no encontro desta noite, mediado por William Bonner. O cenário do debate (foto ao lado, ainda em montagem) terá formato de arena, para abrigar 80 eleitores indecisos, selecionados pelo Ibope em todo o país. Destes, 12 farão perguntas nos três dos quatro blocos da atração.Num monitor sensível ao toque (touchscreen), Lula e Alckmin apertarão números que correspondem aos 80 eleitores. O selecionado lerá a sua pergunta — genérica, ou seja, que serve para ambos, e pré-aprovada pela produção do debate — ao candidato que o escolheu e ouvirá a resposta dele. Em seguida, o adversário terá a chance de o questionar sobre o mesmo tema, com direito a tréplica. No último bloco, os concorrentes trocarão perguntas e ainda farão suas considerações finais.
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O SBT decidiu cancelar a reprise de Bailando por um Sonho. A estréia do mais novo programa de dança da TV foi exibida originalmente no sábado, às 22h15m, e reapresentada no domingo, às 13h40m. Segundo a diretora da atração, Sílvia Abravanel (uma das filhas de Sílvio Santos), a intenção era procurar o dia e horário ideal.Enquanto no sábado Bailando por um Sonho registrou média de 8 pontos de audiência, no domingo o Ibope caiu para 4. "Então, ficará firmado aos sábados", disse Sílvia ao site O Fuxico. A diretora comemorou o sucesso da atração e afirmou que, dependendo da resposta do público, pode produzir uma segunda edição do programa.
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Há tempos o Programa do Jô (Globo) sofre com o desgaste de seu formato. Afinal, o apresentador da atração, o humorista Jô Soares, já completou 18 anos à frente de talk-shows, fazendo pouquíssimas alterações na tradicional fórmula. Para dar uma sobrevida ao programa, Jô e sua equipe têm apostado na participação constante de comediantes. E a opção tem agradado ao público.
O esquete Joseph Klimber (saiba mais aqui), por exemplo, tornou-se um dos vídeos mais assistidos no YouTube. Outro momento impagável foi a apresentação do ator Marcelo Médici (assista no player acima), o Fladson da novela Belíssima. Ele interpretou a vidente Mãe Jatira, que promete trazer a pessoa amada em três dias. "Se morar na Grande São Paulo", que fique claro. Resultado: arrancou gargalhadas da platéia e de muitos telespectadores.
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A Record enviou um comunicado à imprensa em que informa que desistiu de renovar o contrato de compartilhamento de campeonatos nacionais de futebol com a Globo, que detém os direitos de transmissão. Isso quer dizer que o canal de tevê não irá exibir mais as partidas do Brasileiro, do Paulista, da Copa do Brasil e Sulamericana.Conforme o Tevê Aberta divulgou ontem, a negociação foi marcada por uma série de desentendimentos. As empresas estiveram próximas de fechar um acordo, chegando inclusive a acertar os valores. Mas a Record exigiu ter o direito de escolher os jogos que iria transmitir às quartas-feiras, em vez de seguir as determinações da Globo.
O pedido foi negado, fazendo com que diretores da emissora de São Paulo ameaçassem negociar diretamente com os clubes os direitos dos próximos campeonatos e até os da Copa de 2010. A decisão da Record gerou tensão entre os integrantes da equipe de esportes do canal, já que pode haver cortes.
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Quem assiste à programação do SBT deve ter notado que a emissora iniciou há cerca de um mês uma campanha publicitária em que anuncia "o ataque", sem revelar o significado dessa expressão. Os curiosos já podem parar de tentar descobrir do que se trata, pois o mistério será desvendado hoje. A emissora vai começar a divulgar o que considera um grande trunfo: a inclusão de novas sitcoms (daí o "ataque de risos") da Warner em sua grade. As séries irão ao ar de segunda a sábado, sempre às 21h40m, a partir da próxima semana.:: Confira os seriados por dia de exibição
Segunda-feira: Casal Gay (It's All Relative)
Terça-feira: Freddie (Freddie / foto acima)
Quarta-feira: Vida de Artista (Joey)
Quinta-feira: Corretoras (Hot Properties)
Sexta-feira: QI da Loira (Twins)
Sábado: Sou o Maior (Center of the Universe)
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A disputa pelos títulos de segunda e terceira emissoras mais assistidas no país teve um novo episódio ontem. A Band acusou a Record de mentir sobre a média de audiência obtida durante o debate que promoveu na noite de segunda-feira. Nota divulgada pela assessoria de imprensa da Record (leia mais aqui) informava que a atração registrou 16 pontos, superando os índices dos confrontos da Band (14) e do SBT (11).Resultado: após a denúncia, a Record acabou tendo que admitir que "inflacionou" o dado. Na verdade, o debate entre Lula e Alckmin marcou 14 pontos, mesma audiência do promovido pela Band. De acordo com a Folha Online, "nos bastidores, os termos utilizados para classificar o equívoco foram duros".
Mas não foi só a Band que armou uma ofensiva contra os anúncios de crescimento da Record. A emissora de Sílvio Santos criou um slogan especialmente para criticar o marketing da adversária: "enquanto a concorrência faz barulho, o SBT faz a audiência crescer". O objetivo do canal é mostrar que, enquanto a Record se vangloria de ser a segunda emissora do país, o SBT continua sendo o "vice-líder na preferência dos telespectadores".
Para isso, cita índices medidos pelo Ibope/Telereport em todo o território nacional, nas 24 horas de programação da tevê aberta VHF, durante o mês de setembro (veja abaixo). Os números deixam claro que a Record se consolidou como a terceira colocada, superando a Band, mas ainda está longe de alcançar o SBT. Líder absoluta, a Globo não se manifesta.
2 - SBT: ------29,72% ------ 20,35% ------ 13,42% ------ 18,65%
3 - Record: ---11,80% ----- 11,44% ------ 11,49% ------ 11,20%
4 - Band: -----3,72% ------- 5,98% -------- 4,83% ------- 5,51%
5 - RedeTV: --3,23% ------- 3,31% -------- 2,92% ------- 3,03%
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O debate entre os candidatos à presidência da República promovido ontem à noite pela Record (assista a alguns dos momentos mais importantes no post anterior) teve média de audiência de 16 pontos. O índice é maior do que o registrado nos debates da Band (14) e do SBT (11). Segundo medição preliminar do Ibope na Grande São Paulo, divulgada à imprensa pela emissora, o encontro entre Lula e Alckmin atingiu picos de 19 pontos.Marcadores: Audiência, Eleição, Jornalismo 4 comentários
As mesmas respostas para as mesmas perguntas: assim foi o debate entre os candidatos à presidência da República promovido na noite desta segunda-feira pela Record. Encerrado há poucos instantes, o confronto pecou por não trazer novidades à campanha eleitoral. Parte da responsabilidade por essa sensação de déjà vu pode ser creditada a Geraldo Alckmin e Luiz Inácio Lula da Silva, que repetiram os discursos proferidos nos encontros na Band e no SBT. A outra parte cabe à própria emissora, que não conseguiu — ou melhor, sequer tentou — renovar o modelo de debate, praticamente copiando a fórmula da Band (com um bloco de perguntas feitas por jornalistas). Resultado: exibiu um confronto inédito, mas com jeito de reprise.
Lula questiona Alckmin sobre cortes urgentes de gastos em São Paulo
A jornalista Adriana Araújo pede que Lula cite uma virtude de seu adversário
Alckmin comenta as pesquisas de intenção de voto, que apontam a vitória de Lula
O candidato do PSDB acusa o petista de divulgar mentiras
Considerações finais de Alckmin e Lula
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho (na foto ao lado, à esquerda), se reuniram há cerca de dez dias em Brasília, informou hoje a colunista Mônica Bergamo (Folha de São Paulo). Segundo ela, o encontro aconteceu no Palácio do Planalto, com a presença dos ministros Dilma Rousseff e Márcio Thomaz Bastos. Eles teriam discutido a campanha presidencial.Marcadores: Notícia 0 comentários
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Queda e despedida de Monique Alfradique
Na próxima rodada, a pontuação será zerada e os quatro famosos vão se apresentar ao ritmo do funk, sendo obrigados a incluir saltos em suas coreografias. Quem obtiver a maior pontuação garantirá vaga na final. Os outros três passarão por mais uma disputa e apenas um conquistará a segunda vaga para concorrer ao título de vencedor da atração. Isso, é claro, se não houver mais baixas na Dança no Gelo.
:: Confira as pontuações de hoje dos quatro semifinalistas
(jurados + platéia + espectadores)
1 - Daniele Suzuki e Luiz Cláudio: 50 + 9,6 + 9,6
2 - Iran Malfitano e Stephanie Gardner: 50 + 9,3 + 9,6
3 - André Gonçalves e Marise Momnier: 48 + 8,9 + 9,6
4 - Cláudia Ohana e Fernando Farias: 46 + 8,4 + 8,6
Apresentação de Daniele Suzuki
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Apresentação de Iran Malfitano
Apresentação de André Gonçalves
Apresentação de Cláudia Ohana
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Apresentação de Sidney Magal e Juliana
:: Confira a pontuação dos dez trios
1 - Virginia Nowicki, Alisson e Renato Veronesi: 22
2 - Reinaldo Ritts, Karina e Adriana Angelelli: 22
3 - Alexandre Barillari, Fernanda e Briane Sommer: 21
4 - Fernando Scherer, Luciane e Vanessa Gallet: 20
5 - Analice Nicolau, Wesley e André Magro: 19
6 - Patricia Salvador, Leonardo e André Toffani: 19
7 - Valéria Valenssa, Thiago e Wilson Ciavarelli: 19
8 - Sidney Magal, Juliana e Fabiana Terra: 19
9 - Lucas Poletto, Kelly e Renata Peçanha: 17
10 - Luciana Vendramini, Vitor e Alexandre Marino: 17
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Boni sequer acredita em benefícios como mobilidade e interatividade. Sobre o primeiro, diz que "celular não recebe televisão" e, portanto, "será um aparelho misto ou um televisor portátil". Quanto ao segundo, lembra que "só vai ter interatividade quem tiver a televisão conectada a uma linha telefônica".Atualmente à frente do canal Vanguarda (do qual é proprietário), afiliada da Globo na região de São José dos Campos, Boni elogia a adoção do padrão japonês de tevê digital, mas ressalva que ele "inibe o crescimento de novas redes e favorece os atuais concessionários". Segundo ele, a televisão brasileira precisa ser reformulada, por meio da criação de canais regionais.
Com informações do colunista Daniel Castro (Folha de São Paulo)
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A cada semana, as equipes apresentarão um número, assim como acontece na Dança nos Famosos. Elas serão avaliadas por um quarteto de jurados: Carla Salvagni (presidente da Confederação Brasileira de Dança de Salão e Dança Esportiva), Ismael Guiser (bailarino), Jaime Arôxa (professor de dança de salão) e Luciana Maradei (coreógrafa do SBT).Os dois trios que receberem as menores notas irão para votação do público (por telefone, torpedo e internet). No programa do sábado seguinte, ambos participarão de um duelo e um deles será eliminado. Os sonhadores ganharão um prêmio de R$ 10 mil por semana para realizarem os seu desejos, o que significa que o grande vencedor levará o montante de R$ 100 mil. O famoso e o coreógrafo que o acompanharam receberão um relógio de ouro.
:: Confira os integrantes dos dez trios de Bailando por um Sonho
(artista, sonhador, coreógrafo)
1 - Alexandre Barillari (ator), Fernanda (operadora de telemarketing, 24, sonha levar a mãe para conhecer Portugal) e Briane Sommer
2 - Analice Nicolau (ex-Casa dos Artistas), Wesley (professor de educação física, 21, sonha montar uma academia de ginástica) e André Magro
3 - Fernando Scherer (nadador), Luciane (representante de vendas, 27, sonha dar uma sede ao grupo Pró-Renal Infantil) e Vanessa Gallet
4 - Lucas Poletto (ex-Ídolos), Kelly (produtora de eventos, 23, sonha pagar uma cirurgia de reconstrução de mama para a mãe, que teve câncer) e Renata Peçanha
5 - Luciana Vendramini (atriz), Vitor (estudante de cinema, 22, sonha comprar uma ilha de edição) e Alexandre Marino
6 - Patricia Salvador (assistente de palco de Sílvio Santos), Leonardo (engenheiro, 27, sonha fazer pós-graduação em gestão empresarial) e André Toffani
7 - Reinaldo Ritts (modelo), Karina (estudante, 22, sonha comprar um carro) e Adriana Angelelli
8 - Sidney Magal (cantor), Juliana (recepcionista, 22, sonha dar uma casa para a mãe) e Fabiana Terra
9 - Valéria Valenssa (ex-Globeleza), Thiago (programador de máquinas, 21, sonha comprar uma moto) e Wilson Ciavarelli
10 - Virginia Nowicki (apresentadora), Alisson (professor de educação física, 26, sonha ir a Portugal para conhecer o técnico Felipão) e Rodrigo Veronesi
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Com informações do colunista Daniel Castro (Folha de São Paulo)
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Os números são menores aos obtidos pela Band em seu último confronto (assista aos vídeos aqui), realizado em 9 de outubro — média de 14 e picos de 20. A diferença de resultado pode ser explicada pela pouca divulgação da atração e pela falta de tradição do canal de Sílvio Santos na organização de encontros deste tipo.Marcadores: Audiência, Eleição, Jornalismo, Notícia 2 comentários
Nem Lula, nem Alckmin: o destaque do debate entre os dois presidenciáveis promovido pelo SBT na noite de hoje foi... Ana Paula Padrão. A jornalista comandou o confronto misturando momentos de tranqüilidade e firmeza. Segura e experiente, a âncora do telejornal SBT Brasil conseguiu se comunicar devidamente com os telespectadores e ainda interveio — sem grosserias — quando ambos os candidatos teimaram em exceder o tempo estipulado para suas falas. Não à toa, Luiz Inácio Lula da Silva brincou após o fim do encontro: "Como toda mulher, ela nos controlou".
Outro acerto da produção do debate foi a criação de um bloco no qual os presidenciáveis deveriam apresentar propostas sobre quatro temas sorteados (agricultura, corrupção, saúde e segurança), em vez de trocarem perguntas. A idéia pode não ter sido integralmente posta em prática (por culpa dos candidatos, que fique claro), mas deve inspirar um novo modelo de confronto. Neste momento, Lula e Alckmin preferiram trocar farpas, criticando o modo de governar do PSDB e do PT, respectivamente.
Por conta das acusações de que foi agressivo no debate na Band, o tucano preferiu não partir diretamente para o ataque contra o petista. Já o presidente, manteve o mesmo comportamento apresentado no encontro anterior, inclusive repetindo o nervosismo no primeiro bloco (mexendo insistentemente no bolso do paletó). Apesar do clima mais ameno, houve espaço para uma forte oposição de idéias, deixando claro para o eleitor que os dois candidatos defendem projetos antagônicos para o Brasil. Um serviço que o SBT ajudou a prestar ao país.
Lula e Alckmin falam sobre a saúde no primeiro bloco
Crescimento é tema de pergunta de Alckmin a Lula no segundo bloco
Lula pergunta a Alckmin sobre privatização de empresas estatais
Alckmin volta a levantar a questão da saúde
Programa Luz para Todos gera discussão entre os candidatos
Considerações finais e encerramento do debate
Veja no arquivo do Tevê Aberta os vídeos de outros debates entre os presidenciáveis
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Assista à (curta) entrevista de Lula ao Jornal da Record
Menos de cinco minutos: esta foi a duração da entrevista do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva ao Jornal da Record em dez estados do país. A emissora cortou a sabatina em Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, cujos eleitores escolherão em segundo turno seus governadores.
Para não atrasar sua programação devido ao horário eleitoral, a emissora dividiu a entrevista em duas partes — uma exibida para todo o Brasil, e outra para apenas 16 estados e o Distrito Federal. Ou seja, nas regiões que ainda transmitem a propaganda de candidatos a governador, o canal de tevê deu prioridade a um bloco do telejornal com uma reportagem sobre "torcedores que viram casaca" e ao início da novela Bicho do Mato.
Fica a pergunta: qual é a noção de interesse público do diretor de jornalismo da Record, Douglas Tavolaro, e dos demais comandantes da emissora? Será que para eles tem mais relevância uma reportagem sobre os "vira-casaca" — que sequer é uma notícia (segundo o Houaiss, informação a respeito de acontecimento novo) — do que ajudar o eleitor a definir o seu voto para o cargo mais importante da República, a doze dias da eleição?
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O Tevê Aberta apurou que o formato gerou polêmica em Portugal. Por lá, o canal TVI estreou o Circo das Celebridades em março. Logo na lançamento, uma má notícia: o programa ficou em sexto lugar na audiência. E ainda passou a enfrentar a ira dos defensores dos animais, já que permitia números com cavalos, elefantes, leões e tigres. Depois de um mês de protestos, o Circo das Celebridades perdeu todos os seus patrocinadores, como a Bayer.Por aqui, a Globo deve adaptar o formato, excluindo a participação de animais, já que uma lei do município do Rio de Janeiro proíbe o uso de bichos em apresentações circenses. Outra provável mudança é o fim do confinamento dos famosos. Enquanto em Portugal todos os concorrentes eram obrigados a dormir em um alojamento — inclusive tendo que cuidar da higiene e da alimentação dos animais —, no Brasil as celebridades devem apenas ter aulas no picadeiro.
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A Record começa a mudar a sua estratégia de copiar integralmente a grade de programação da Globo, levando ao ar programas semelhantes aos da concorrente no mesmo horário. Nesta semana, a emissora desistiu de exibir às 21h a novela Vidas Opostas (foto ao lado), com estréia marcada para novembro. Para não competir com Páginas da Vida, a trama só deve começar às 22h. A decisão só não foi oficializada por conta dos jogos que a Record transmite às quartas-feiras, justamente às 22h.O horário já está sendo testado por Cidadão Brasileiro, que foi anunciada como uma "novela das 20h" mas costuma entrar no ar às 22h20m. Segundo o colunista Daniel Castro (Folha de São Paulo), a "grade dos sonhos" do canal de tevê é: o programa de Daniela Cicarelli x Malhação (às 17h); Alta Estação x O Profeta (às 18h); Jornal da Record x Cobras & Lagartos (às 19h); Bicho do Mato (originalmente uma "novela das 19h") x Jornal Nacional (às 20h). Na prática, a grade continua tendo como base a programação da Globo, mas com mudanças de horário pontuais.
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A estréia da primeira novela das 18h da Record, Alta Estação, garantiu à emissora o segundo lugar de audiência, de acordo com medição preliminar do Ibope. Mas a atração voltada para o público jovem diminuiu o número de telespectadores do canal no horário (18h às 18h40m). Enquanto na semana passada a Record atingiu média de 9 pontos na faixa, levando ao ar o seriado Xena, hoje marcou 7.Alta Estação concorreu diretamente com o segundo capítulo de O Profeta (Globo), que registrou a mesma audiência de ontem — 34. O lançamento da trama teen estava marcado para segunda-feira, mas a direção da emissora preferiu adiá-lo para esta terça temendo perder espectadores para a estréia da novela global.
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A sétima edição do reality show Big Brother Brasil deve ter uma versão picante. O diretor do programa, Boninho, estuda levar ao ar um especial semanal que mostraria cenas cuja exibição não é permitida no horário das 22h. Intitulada Proibido para Menores, a nova atração iria ao ar nas madrugadas de quarta-feira.Com informações da colunista Patrícia Kogut (O Globo)
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A estréia da nova novela das 18h da Globo, O Profeta, rendeu à emissora 34 pontos de audiência, segundo medição preliminar do Ibope na Grande São Paulo. O índice obtido pelo remake da trama homônima de Ivani Ribeiro foi dois pontos menor do que o registrado durante o último capítulo de Sinhá Moça, na sexta-feira. Mas o suficiente para vencer — de longe — os canais concorrentes. No mesmo horário, a Record marcou 9; o SBT, 6; a Band, 3,3; e a RedeTV, 1,4. A novela das 18h de maior sucesso desde 1993, Alma Gêmea, chegou a garantir 53 pontos à Globo.Marcadores: Audiência, Notícia, Novela 0 comentários
A Gazeta anunciou hoje o cancela-mento do debate que promoveria entre Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin. O confronto estava marcado para amanhã. Nota da emissora informa que Lula desistiu de participar devido a "problemas de agenda". Alckmin, por sua vez, recusou o convite "sem uma explicação para o fato", segundo a Gazeta.Marcadores: Eleição, Jornalismo, Notícia 0 comentários
Devem participar de Bailando por um Sonho: Valéria Valenssa, Virgínia Nowicki, Patrícia Salvador (assistente de palco de Sílvio), Analice Nicolau, Luciana Vendramini, Sidney Magal, Fernando Scherer, Alexandre Barillari, Lucas Polleto (Ídolos) e Reinaldo Ritts (modelo). Estes famosos dançarão com anônimos que lutam pela realização de um sonho específico. Cada casal terá um coreógrafo e será avaliado por três jurados.
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Lucimara Parisi foi a terceira eliminada da segunda edição da Dança no Gelo, do Domingão do Faustão, na noite de hoje. Mas a diretora em São Paulo do programa comandado por Fausto Silva não deixou a competição por ter recebido notas baixas. Ela sequer se apresentou neste domingo. O par do patinador Flávio Francisco seguiu recomendações médicas para não fazer exercício físico, já que descobriu estar com três costelas quebradas. "No domingo passado, dancei sentindo muita dor, sem saber deste problema", contou Lucimara.
Entre os famosos que patinaram na pista de gelo montada num dos estúdios do Projac, ao som de músicas relacionadas ao tema Anos Dourados, o destaque foi Daniele Suzuki, acompanhada por Luiz Cláudio. O casal continua liderando a competição, seguido por André Gonçalves e Marize Momnier.
:: Confira a pontuação (acumulada) de todos os concorrentes
1 - Daniele Suzuki e Luiz Cláudio: 207,1
2 - André Gonçalves e Marise Momnier: 204,4
3 - Monique Alfradique e Diego Dores: 199,2
4 - Iran Malfitano e Stephanie Gardner: 198,3
5 - Cláudia Ohana e Fernando Farias: 195,8
6 - Lucimara Parisi e Flávio Francisco: 129,3
André Gonçalves patina ao som de Suspicious Mind, de Elvis Presley
Monique Alfradique se apresenta com a música The Sound of Silence ao fundo
Iran Malfitano dança no ringue de patinação
Cláudia Ohana exibe sua coreografia; e a patinadora Luana mostra movimentos que serão obrigatórios na semifinal
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Xuxa completou este ano duas décadas apresentando programas na Globo e, para comemorar o aniversário, ganhou um especial que vai ao ar neste sábado, logo depois do Caldeirão do Huck. Dirigida por Jorge Fernando, a atração conta com as participações de Ivete Sangalo, Angélica, Sasha e antigas Paquitas.
O especial tem momentos que devem agradar em cheio os fãs da "rainha dos baixinhos". Xuxa volta a sair de dentro da "nave do beijinho", por exemplo, na parte que relembra o Xou da Xuxa — seu primeiro programa na emissora. Ela ainda reencontra 21 ex-Paquitas e as Irmãs Metralhas para cantar o clássico Ilariê.No bloco em que revive o Planeta Xuxa, a apresentadora recebe Ivete Sangalo e deve responder perguntas picantes no quadro Intimidade. Angélica e parentes da ex-modelo também dão depoimentos e recordam fases da vida da mãe de Sasha. A menina, aliás, surge representando a continuidade da carreira. Ela sai da famosa nave da mãe cantando Lua de Cristal.
Sasha canta Lua de Cristal no encerramento do programa (vídeo adicionado em 18/10)
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O diretor-geral Rogério Gomes conseguiu a façanha de imprimir qualidade em grande parte das cenas de Sinhá Moça, o que normalmente não acontece em programas de tevê devido ao processo industrial de gravação. Como no cinema, seqüências da trama adaptada por Edmara e Edilene Barbosa tinham marcação precisa, possibilitando belos efeitos de câmera (sob a coordenação de Guto Leccioli) — levantamentos de grua e megacloses, por exemplo. Cuidados rotineiros nos filmes, mas incomuns nas novelas.
Os cenários (Mario Monteiro, Alexandre Gomes, Mauricio Rohlfs e Kaká Monteiro), os figurinos (Helena Gastal e Natalia Stepanenko), a direção de arte (Mario Monteiro), a fotografia (Sergio Tortori) e, sobretudo, a iluminação (Luciano de Souza Xavier) conferiram a Sinhá Moça uma estética superior a de outras tramas de época da própria emissora. Soma-se a isso o uso do filtro "base light", que deu aspecto de película às imagens.
O elenco coeso também foi um destaques da novela. Débora Falabella se superou como a personagem-título da história, papel que seria de Carolina Dieckman. Assim como ela, Patrícia Pillar (Cândida), Osmar Prado (Barão de Araruna), Zezé Motta (Bá) e Gésio Amadeo (Justo) tiveram atuações irretocáveis.
Por todos esses recursos técnicos e artísticos, Sinhá Moça conseguiu uma indicação ao Emmy Internacional, concorrendo como melhor série dramática, já que a premiação sequer tem uma categoria dedicada a novelas. Como bem apontou a leitora do Tevê Aberta Márcia Gimenez, a novela das seis que teve seu último capítulo exibido hoje deveria, sim, disputar um Oscar. Não devido à importância dos troféus, mas por ter provado que é possível fazer cinema na tevê.
O Barão de Araruna reconhece Rafael como seu filho e morre
Cândida se rende ao assédio de Ricardo
Última cena do remake de Sinhá Moça
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Completamente careca: é assim que Taís Araújo vai aparecer no capítulo de amanhã da novela Cobras & Lagartos (Globo). Na trama, Leona (Carolina Dieckman) despeja um líquido no vidro de xampu de Ellen (Taís Araújo), cujo cabelo começa a cair durante uma festa. Mas a atriz não precisou raspar a cabeça para fazer a cena. Ela usou uma espécie de touca que cobre os fios e dá a impressão de que a pessoa é careca.Marcadores: Notícia, Novela 6 comentários
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O Ministério das Comunicações divulgou hoje um cronograma da implantação da tevê digital no Brasil. Segundo o documento, as transmissões vão começar em 3 de dezembro de 2007, em São Paulo. Os moradores das outras capitais terão que esperar até 31 de dezembro de 2009 para assistir a programação em alta resolução. E os demais municípios só receberão o sinal digital em dezembro de 2013.Até junho de 2016 as emissoras continuarão transmitindo suas atrações também em sinal analógico (usado hoje), para permitir que toda a população tenha tempo de adaptar seus televisores. Uma boa notícia para os brasileiros é que a estimativa de preço do conversor (foto acima), que permite a qualquer aparelho de TV (mesmo os antigos) receber o sinal digital, caiu. Um acordo do governo brasileiro com fabricantes de produtos eletroeletrônicos diminuiu o valor de R$ 300 para R$ 100.
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A Academia Internacional de Televisão, Artes e Ciências anunciou ontem a lista de concorrentes da 34ª edição do Emmy Internacional. O Brasil tem cinco representantes, três deles exibidos na tevê aberta, pela Globo. Estão na disputa o especial Os Amadores, a novela Sinhá Moça e o Big Brother Brasil 6. As séries Mandrake e Filhos do Carnaval, da HBO, também receberam indicações. Os vencedores das categorias serão anunciados em 20 de novembro, numa cerimônia em Nova Iorque.Marcadores: Notícia, Novela, Reality Show, Seriado 2 comentários
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A assessoria de imprensa de Daniela Cicarelli confirmou na tarde de hoje que a apresentadora e modelo está negociando com a Record. O contrato dela com a MTV termina em dezembro e há chances de não ser renovado — vide a estréia de um programa semelhante ao comandado por Cicarelli na grade do canal jovem.Inicialmente, a Record convidou a modelo para estrelar a versão brasileira do reality show The Simple Life, mas a proposta foi recusada. Na semana passada, as partes passaram a conversar sobre a possibilidade de Cicarelli comandar uma outra atração — que, segundo o colunista Ricardo Feltrin (Folha Online), pode ser um reality show diário. Ainda não há previsão para o fim das negociações.
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Quem assistiu aos flashes que antecederam o debate promovido pela Band entre os candidatos à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, deve ter estranhado o desempenho de ambos no confronto. Na chegada, eles prometeram exposição de idéias e apresentação de programas de governo. Durante a atração, fizeram justamente o contrário: os dois partiram para o ataque, chegando a proferir ofensas pessoais.
Alckmin chamou Lula de mentiroso e arrogante. Lula insinuou que Alckmin tem saudade da época da tortura, em que se apurava um fato por meio de métodos condenáveis. Com o microfone cortado, o tucano chegou a gritar várias vezes e não respeitou o tempo para perguntas e respostas. Mediador do encontro, o jornalista Ricardo Boechat sequer tentou controlar os ânimos, permitindo a troca de insultos e outras infranções às regras do confronto.
Alckmin pergunta a Lula sobre a compra do dossiê que ligava tucanos à máfia das sanguessugas
Lula comenta a política externa de seu governo, criticando FHC e Bush
Candidatos falam sobre as condições das estradas brasileiras
Alckmin questiona investimentos do governo Lula
Considerações finais dos candidatos e encerramento do debate
O primeiro vídeo do debate foi disponibilizado pelo Tevê Aberta (em post anterior) às 21h55m, horas antes do fim do confronto.
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